A ONU, a serpente, o aborto, as feministas e as mulheres
Por Julio Severo
A primeira vez que a serpente tentou a raça humana foi oferecendo uma fruta especial para a mulher. Hoje, esse truque não mais funcionaria. Nestes tempos mais modernos, ele teria de oferecer no mínimo uma carreira, pois a mulher moderna é condicionada a elevadas ambições.
E junto com as carreiras vem a oferta “tentadora” do aborto, que é enfeitado como se fosse uma solução mágica para muitos “problemas”.
No entanto, o diabo não mais chega até as mulheres em forma de serpente. Seu disfarce agora é mais sofisticado: São as políticas, impulsionadas pela ONU e outras poderosas organizações internacionais, cujo centro é a mulher. Essas políticas estabelecem:
* A prioridade absoluta de que as mulheres fiquem o máximo de tempo em escolas e universidade, a fim de mantê-las distantes do casamento. Esse é o motivo por que muitas mulheres se casam muito tarde na vida e também por que há um elevado número de mulheres de 30 anos solteiras, porque estão casadíssimas com suas carreiras.
* A prioridade absoluta de que as mulheres se envolvam com carreiras profissionais, em vez de se envolverem com lar e família.
* A prioridade absoluta de disponibilizar para todas as mulheres meios médicos e tecnológicos de abortar a gravidez, a fim de que os estudos ou carreiras das mulheres não sejam interrompidos.
A mesma ONU que exige muitos anos de estudo e carreiras para todas as mulheres também exige a legalização mundial do aborto.
O alvo inicial da tentação da serpente foi a mulher. Depois de milhares de anos, a mulher continua alvo e centro preferencial da atenção e tentações da serpente — e da ONU.
Cobertura familiar e espiritual
Para proteger a mulher dessa “atenção” da serpente, Deus projetou a cobertura do pai ou do marido como blindagem espiritual.
A adolescente Maria é o exemplo perfeito de submissão a Deus e aos seus propósitos. Ela estava sob a cobertura de seus pais. Sendo assim, ela não podia fazer nada sem a permissão deles. Essa submissão implicava em proteção para ela.
Acima de tudo, ela estava sob a cobertura de Deus. Sendo assim, ela não podia fazer nada sem a permissão de Deus. Essa submissão implicava em proteção para ela.
Com a direção e permissão de seus pais e Deus, a adolescente Maria entra em compromisso de casamento com José. Sob Deus, ela passou para a responsabilidade e cobertura de José.
Cobertura estatal
Se fosse hoje, a adolescente Maria estaria sob a cobertura do Estado — ninguém (nem Deus nem seus pais) teria direito de violar as permissões e liberdades que o Estado dá. Efetivamente, ela estaria sob cobertura estatal, e os seus pais não poderiam entregá-la jamais em casamento a José, pois o Estado hoje proíbe adolescentes de 16 anos de se casar.
Entretanto, o Estado não proíbe adolescentes de 11, 12 ou 13 anos de se envolverem com sexo. Pelo contrário, através de sua educação sexual em ambiente escolar, o Estado chega a incentivá-las a se envolver com sexo em toda a fase da adolescência! Assim, vemos hoje multidões inumeráveis de meninas adolescentes solteiras fazendo sexo com diferentes “parceiros” e sendo treinadas por uma educação sexual pornográfica nas escolas, onde o Estado as leva ao sexo, porém lhes nega o compromisso do casamento.
Com a submissão, cobertura e proteção dos pais e de Deus, há casamento e compromisso para as adolescentes, mas não liberdade sexual fora da aliança conjugal.
Com a submissão, cobertura e proteção do Estado, o papel dos pais e de Deus se tornam subordinados, e a adolescente passa efetivamente para a tutela do Estado. Todas as decisões dos pais (ou mandamentos de Deus) para as filhas devem ter a aprovação ou reprovação final do Estado.
Com a submissão, cobertura e proteção do Estado, há abundante sexo sem nenhum compromisso para as adolescentes, mas não há nenhuma liberdade para se casar. Em vez de preparação para o casamento, a escola estatal estimula as meninas ao sexo sem compromisso, com quantos parceiros elas desejarem. Em vez de casamento, elas poderão optar por qualquer tipo de estilo de vida sexual, inclusive o lesbianismo, sob a proteção e “bênção” do Estado.
Aliadas ferrenhas do Estado socialista, as ativistas feministas igualmente promovem o lesbianismo (e o aborto) paras as meninas de escola, e atacam o sistema patriarcal (onde o pai é a autoridade e cobertura máxima) justamente para poderem desempenhar o único papel de autoridade e cobertura máxima sobre as mulheres.
Nesse contexto, tudo o que separa a mulher de outros “competidores” é aceitável. Assim, o Estado, com pressões feministas, facilita o divórcio por todo e qualquer motivo, por mais banal que seja, distanciando as mulheres do casamento natural e ligando-as cada vez mais aos objetivos feministas.
A nova cabeça da família
A Bíblia diz que as mulheres são o sexo fraco, porém o Estado não reconhece essa realidade. O Estado impõe uma igualdade artificial, desafiando as leis de Deus. Mas ao estabelecer leis de proteção às mulheres, o próprio Estado acaba reconhecendo que as mulheres são mais vulneráveis do que os homens!
Por isso, para impor sua igualdade artificial, o Estado faz três coisas pelas mulheres: enfraquece o casamento, destrói a liderança masculina no lar (que existe por determinação divina) e dá as mulheres o “direito” de interromper a gravidez.
Utilizando as questões das mulheres, o Estado pode promover o aborto e ainda ocupar o lugar de “cabeça” e “provedor” em cada lar — que passa a ser uma entidade onde homens e mulheres devem se submeter aos caprichos estatais. No sistema estatal imposto pelas feministas e socialistas, o Estado é a “cabeça” da família e quem está no papel de submissão são homens e mulheres, igualmente.
Aliás, o Estado hoje não exige ocupar somente o lugar do pai como cabeça das famílias, mas também o próprio lugar de Deus. Se Maria vivesse sob tal Estado voraz, ela teria recebido a visita de um “anjo” estatal, que lhe ofereceria, em vez de uma gravidez efetuada pelo Espírito Santo para gerar Jesus Cristo, anticoncepcionais e educação sexual para viver uma vida sexual de adolescente livre de preocupações e plena de prazeres.
Embora dentro da perspectiva divina seja violência atirar adolescentes a uma vida de promiscuidade sexual, o Estado vê como violência uma jovem de uns 16 anos, como Maria, ficar grávida dentro do casamento! E onde atua, o moderno Estado não permitirá nenhuma rivalidade nem competição: entre Deus e o Estado, o Estado quer Deus fora do controle das famílias, saúde moral dos filhos e adolescentes, etc. O Estado moderno não aceitará nada menos do que controle sobre tudo e sobre todos.
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A grande fachada
O Dia Internacional da Mulher se tornou uma grande fachada para o movimento feminista internacional. A maioria das mulheres é contra o aborto e contra o assassinato de inocentes. Mas sem perceberem, o apoio inocente dessas mulheres a iniciativas estatais de combate à violência doméstica acaba sendo canalizado para iniciativas feministas pró-aborto. Em nome dessas mulheres inocentes, os grupos de mulheres reivindicam a legalização do aborto — um crime que mata uma vida inocente e afronta e desrespeita a mulher que tem dignidade.
Agora que os objetivos ocultos foram descortinados, cabe às mulheres que têm dignidade cobrarem o fim da exploração da condição feminina para alcançar objetivos feministas de legalização do aborto. Ser mulher é ser pró-vida, pró-mãe, pró-criança. Ser mulher natural é ser defensora da vida e da família. O aborto deliberado não faz parte da vontade e vida da maioria das mulheres. Faz parte apenas de um minúsculo grupo de feministas oportunistas sedentas de sangue, as quais ganham muito dinheiro para fazer propaganda pró-aborto.
A reivindicação de um suposto “direito” de aborto no Dia Internacional da Mulher é prova mais do que suficiente de que essa data agora é em essência o Dia Internacional das Feministas. O feminismo pró-aborto transforma suas adeptas em opressoras, que defendem o massacre do mais indefeso dos seres humanos. Se essa minoria de mulheres sedentas de sangue quer que o Dia Internacional da Mulher só represente a elas, então que se troque o nome dessa data para Dia Internacional da Mulher Opressora, ou Dia Internacional da Mulher Assassina.
Que se levantem as mulheres virtuosas e dêem um basta nesse abuso contra sua dignidade. Que elas dêem um basta no uso do Dia Internacional das Mulheres como fachada do opressor feminismo pró-aborto.
Do site www.juliosevero.com
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Ótima mensagem do Julio Severo e gostaria de comentar...
“Ser mulher é ser pró-vida, pró-mãe, pró-criança. Ser mulher natural é ser defensora da vida e da família...”,
Como ficar calada ao ler verdades como essa?
As palavras acima me tocaram profundamente, e ao ler esta frase meu coração ficou apertado, quem sabe pelo fato de eu ser mulher, ser mãe e ser a favor da vida...
Por isso oro a Deus e desejo de coração que cada leitor, especialmente as mulheres sejam conscientizadas da responsabilidade que cada uma tem diante de Deus, no que diz respeito a ser mulher, a ser mãe e que aprendam a cuidar de suas famílias, e em especial dos seus filhos, e que lutem por eles, defendam suas vidas, pois esse é o dever de todas nós.
Fica aqui a minha indignação contra esse tal “direito de aborto”, que sabemos não condizer com a vontade da maioria das mulheres, em especial daquelas que verdadeiramente conhecem a Palavra de Deus.
Mas o mal é tão grande que vai entrando disfarçado (como se fosse algo bom) e as poucos as pessoas vão aceitando e se contaminando de tal forma, que aos olhos e maneira de pensar de muitos, o mal já virou bem, e para esses, tirar uma vida é coisa normal, misericórdia!
Gostaria de comentar ainda sobre:
“0 alvo inicial da tentação da serpente foi a mulher. Depois de milhares de anos, a mulher continua alvo e centro preferencial da atenção e tentações da serpente...”
ESSE MOVIMENTO FEMINISTA É ENGANO PURO!
Isso é pura armadilha da velha serpente (o diabo). O engano está em toda parte, vindo de onde não se espera, por isso precisamos abrir os olhos para as coisas que estão acontecendo...
Entre tantas coisas que precisamos analisar, continuo citando o aborto, porque é sobre isso que estamos falando:
Como entender que “tirar uma vida” é direito de alguém?
Para justificar a legalização do aborto dizem que o que está em jogo é o grande (?) número de mulheres que morrem ao submeter ao aborto...
Sutileza pura!
Pois, o que verdadeiramente deve ser considerado, não é o número de mulheres que morreram vítimas do aborto, (pois essas sim, escolheram fazê-lo) mas, os números altíssimos de vidas de bebês (inocentes, que não puderam escolher...) ceifadas sem o direito de nascer.
Na verdade esse “movimento feminista” tem por objetivo principal tirar a mulher de sua posição no corpo de Cristo, (falo aos que conhecem a Palavra de Deus), e quem já passou por isso sabe que em nada a beneficia, ao contrário, só causa prejuízo no seio da família (falo por experiência própria).
Antes, conheça a Palavra de Deus, se liberte deste ENGANO que está por trás desse movimento disfarçado de querer “igualdade...” “conquistar espaço...” ou “liberdade”... Terrível engano... (como diria o irmão Sérgio Luiz Brandão)
Penso que muitas mulheres não perceberam o significado disso tudo...
Verdadeira liberdade só em Cristo
No início, a desobediência de Eva resultou em morte para toda a humanidade e isso foi terrível...
Então, o nosso Deus amoroso, bom e misericordioso, pelo muito AMOR com que nos amou, providenciou para que vivêssemos...
Enviou o Seu Filho, nosso Amado Senhor Jesus para pagar o preço e Ele morreu em resgate da Vida...
Então, como ousamos nós, homens e mulheres tirar ou permitir tirar uma vida, pela qual o Filho de Deus pagou o preço?
CHEGA DE ENGANO,
LUTEMOS PELA VIDA!
