19 de maio de 2015

JULGAR II

Quem traz o julgamento entre o bem e o mal? Entre o bom e o mau? Entre o santo e o profano? Entre as obras da luz e as obras das trevas? Entre o verdadeiro e o falso? Entre o justo e o injusto? Entre a lei da Velha Aliança em Moisés e a graça da Nova Aliança em Jesus Cristo? Entre Deus Pai e Jesus Cristo e Satanás?
Quando decide por um, julga um pelo outro. Quando decide pelo bem, condena o mal. Quando decide pelo bom, condena o mau. Quando decide pelo santo condena o profano. Quando decide pelo puro, condena o impuro. Quando decide pelas obras da luz condena as obras das trevas. Quando decide pelo verdadeiro condena o falso. Quando decide pelo honesto, condena o desonesto. Quando decide pelo justo condena o injusto.
Quando decide pela graça da Nova Aliança em Jesus Cristo condena a lei da Velha Aliança em Moisés (obs.: refiro-me à lei do Velho Testamento, interpretada e praticada pelo modo natural, segundo a letra, ritual, carnal compreensão, conforme o entendimento dos judeus que não receberam o Salvador e vivem e fazem justiça pelas obras da lei de Moisés – pela aparência carnal, igual as igrejas evangélicas judaizantes, que vivem pelas obras da lei, sem a interpretação revelada das sombras das coisas futuras, figuras e alegorias). 
Quando decide por Deus Pai e Jesus Cristo e seu reino, condena Satanás e seu reino. 
Nessas decisões não é possível tentar introduzir adequações conforme os pontos de vista, gostos, achismos de homem natural segundo seus próprios entendimentos, divagações teológicas, filosóficas e psicológicas confusas, não, não é possível. 
Por isso, foi deixada para nós a Palavra de Deus, o sim e o não, para aprender, ensinar por ela e discernir todas as coisas.
A Palavra de Deus nos ensina: comparar, escolher e decidir, julgando. Se, nascemos de novo, pelo poder de Deus, certamente que, a velha natureza morreu e foi enterrada, significando que essa velha natureza e suas obras foram julgadas e condenadas eternamente, sem divagação e sem qualquer possibilidade de negociar uma mudança do que está feito, não tem retorno.
Deus não muda a sua Palavra.
Essa glória do novo nascimento está selada no Senhor Jesus Cristo, em quem estão escondidos todos os tesouros, de toda a sabedoria e poder e, sendo assim, pela sua Palavra que nos é dada pelos seus verdadeiros seguidores e discípulos, já temos em mãos a verdade inegociável entre o que é e o que não é. Mais, o Espírito Santo ensina aquele que anda com Deus.

A Palavra de Deus já está julgando. 

Evangelho de João, capítulo 9, versículo 39, diz: “E disse-lhe Jesus: Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não veem vejam, e os que veem sejam cegos.”



Este post faz parte de uma série de postagens que pretendo publicar neste blog, para abençoar a sua  vida, assim como a minha tem sido abençoada, com a leitura do livro IDOLATRIA EVANGÉLICA do irmão Sergio Luiz Brandão, do qual o texto foi retirado e que você poderá também ler na íntegra no site: WWW.blues.lord.nom.br

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