5 de maio de 2015

O "FAMOSO" DÍZIMO


Sem precisar, neste momento, entrar em pormenores da interpretação bíblica, os quais serão apresentados no decorrer da exposição deste estudo, o assunto dízimo assumiu posição de fundamento da igreja de Jesus Cristo na terra, no meio do povo chamado evangélico. 
A “sabedoria” dos ensinadores na igreja chamada evangélica transformaram o dízimo em algo intocável, um deus, um santo, mediador entre Deus e os homens, justificação e justiça, digno de reverência e adoração, lembrança constante e implacável em qualquer reunião de igrejas chamadas evangélicas, base para qualquer providência divina, base para conseguir e, até, pasmem, exigir qualquer favor(?) de Deus Pai e Jesus Cristo.

Um dizimista tem, sobretudo, conforme ensinam e pregam, o direito de ordenar e exigir para que Deus cumpra suas obrigações condicionais, pois, o dizimista já cumpriu as suas. Isso, segundo a Palavra de Deus, é blasfêmia. 
Hoje em dia, é ensinado e pregado que, se não entregar o dízimo, não tem salvação da alma, Deus não age, Deus ignora os “ladrões do dízimo” ...
Hoje, o dízimo está igualado ou realçado acima do Batismo nas Águas e Santa Ceia do Senhor, mais importante que sua alma e, abominavelmente: MAIOR E MAIS PODEROSO QUE DEUS PAI E O SENHOR JESUS CRISTO. 

Pergunta: Quem conseguiria fazer uma obra assim?

Resposta: Satanás e o seu exército.


Este post faz parte de uma série de postagens que pretendo publicar neste blog, para abençoar a sua  vida, assim como a minha tem sido abençoada, com a leitura do livro IDOLATRIA EVANGÉLICA do irmão Sergio Luiz Brandão, do qual o texto foi retirado e que você poderá também ler na íntegra no site: WWW.blues.lord.nom.br

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