24 de janeiro de 2016

O bom perfume de Cristo...

Breve meditação:
2 Coríntios, capítulo 2, diz:
“14. E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento. 
15. Porque para Deus somos o bom perfume de Cristonos que se salvam e nos que se perdem. 
16. Para estes certamente cheiro de morte para morte; mas para aqueles cheiro de vida para vidaE para estas coisas quem é idôneo? 
17. Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus.”
Essa porção da Palavra de Deus, o apóstolo Paulo está afirmando que, a doutrina de Cristo, verdadeira, é o bom cheiro de Cristo e, é, também, cheiro de morte para a morte para aqueles que se perdem.
Como poderia o que tem cheiro de vida, ter cheiro de morte, ao mesmo tempo?
Exemplificando: Para os que estão em Cristo, o cheiro do mundo é o cheiro para a morte e; para os que estão no mundo, o cheiro do mundo, é cheiro para a vida.
Agora, uma terceira condição surge, para aqueles que falam de Cristo, expressa no versículo 17 que está esclarecendo os versículos anteriores, iniciando com a expressão “Porque”.
Então, se falar sinceramente a verdade de Cristo, o bom perfume, tem cheiro para a vida, para aqueles que crerem, e, ao mesmo tempo, cheiro para a morte para aqueles que não crerem conforme é a verdade não falsificada, ou seja, os que falsificam a verdade de Cristo sentem o cheiro como se fosse mentira, cheiro do mundo, rejeitando a Palavra de Deus. Esses, então, ficam igualados aos do mundo, incrédulos, pois, a falsidade que falam, para si mesmos, tem cheiro de vida, mas, na verdade, é morte, da mesma forma como o mundo rejeita a Palavra da Verdade.
Esse cheiro de morte, tem em si mesmo, a condenação para os que se perdem. A Palavra está julgando.
Finalizando, quem discerne o tipo cheiro é o Espírito. O perfeito tom do cheiro quem dá é o Espírito Santo.
Sem o Espírito Santo, cada um escolhe o cheiro conforme lhe agrada, seu próprio espírito.

Por: Sérgio Luiz Brandão

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